segunda-feira, 15 de março de 2010

love love love

sempre estarei falando de amor, embora nao esteje apaixonada, mas inumeras vezes estarei contradizendo o amor, embora eteje tao pouco apaixonada. na verdade estarei mudando de opniões com rapidez e perpicaz e normalmente ouvirei que nao tenho opnião própria sobre o assunto, mas quem nao muda de idéia é porque, de fato, nao as tem. hoje todo mundo quer ser amado, nem que seja pra postar isso em algum lugar ou mudar relacionamento no orkut, desde entao o 'te amo' ficou banalizado e todo mundo ama todo mundo, e o amor de verdade fica guardado, se tranformando em ilusão, em ódio, desprezo, porque na verdade, amor nao tem um fim, como pensamos. e garotas estão preocupadas em disputar com sete outras garotas para desencalhar, sabendo que ha muitos garotos gays, e homens cafajestes (...) nos dizem que temos que encontrar nossa outra metade da laranja, mas se esqueceram que nós nao nascemos pela metade, e que sozinho não se conhece mais a dor e nisso nao precisamos de ter pressa de encontrar alguém que nos diga o que deveriamos ser pra ser pra ser alguem mais feliz; e que com 16 anos voce ainda nao sabe de nada. por isso eu levo a vida devagar, pra nao faltar amor, e sem exalta-lo, pois se o amor existe, ele tem que estar presente em todos os lugares, ate nas coisas mais singelas, como um banho de chuva, um abraço apertado, palavras sinceras, amizade verdadeira, um olhar diferente, contar as estrelas, imaginar desenhos em nuvens, contar segredos, pesadelos e ate coisas futeis -embora eu respiro amor e inspiro solidão- é nisso que eu reparo, é disso que eu gosto. então cheguei a uma única conclusão, que todas as minhas conclusões, nao sao conclusivas, mas nao importa o que dizem sobre o amor, eu continuarei querendo mais.

Um comentário:

  1. muito profundo, porém lindo, parabéns tamara furlan. bjs, ana paula.

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